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Diabetes – O mal do século

Trata-se de uma epidemia que já atinge 350 milhões de pessoas. E que se expande rapidamente à medida que a população envelhece.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, OMS, cerca de 350 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem de diabetes. Só no Brasil, atinge mais de 9 Milhões de Brasileiros. E a tendência é aumentar cada vez mais. Hoje as pessoas não se cuidam como antes, no tempo de nossos avós, em que não existiam tanta fartura de alimentos, tantas porcarias disfarçadas de alimentos saborosos. O Ministério da Saúde oferece medicamentos de graça para quem sofre de diabetes através do programa Farmácia Popular, porém mais do que se tratar com remédios é importante também você fazer a sua parte: Uma alimentação correta, pratica de exercícios físicos e diminuição do estresse.
O diabetes é uma doença crônica metabólica caracterizada pelo aumento da glicose no sangue. O distúrbio acontece porque o pâncreas não é capaz de produzir a insulina em quantidade suficiente para suprir as necessidades do organismo. A insulina promove a redução da glicemia ao permitir que o açúcar que está presente no sangue possa penetrar as células, para ser utilizado como fonte de energia. Se não tratado, o diabetes sobre causar insuficiência renal, amputação de membros, cegueira, doenças cardiovasculares, como AVC (derrame),  e infarto.

A OMS afirma, que entre as medidas para combater o problema estão a criação de mais ambientes que promovam a saúde física, para combater o sedentarismo e dietas que não são saudáveis. Além disso, é preciso fortalecer as condições para que os doentes recebam tratamento e possam lidar com a situação. A entidade lembra que a doença é crônica e progressiva, caracterizada por altos níveis de glicose no sangue. Isso ocorre ou quando o pâncreas não produz suficiente hormônio insulina, que regula o açúcar no sangue, ou quando o corpo não pode usar efetivamente a insulina produzida. Infelizmente, o diabetes é uma epidemia de proporções globais, sem sinal de diminuição de sua incidência e prevalência, que assume o posto de oitava doença que mais mata no mundo.O Diabetes mellitus representa um grupo de doenças metabólicas, caracterizado por hiperglicemia (alta concentração de açúcar no sangue), que resulta de uma secreção deficiente de insulina pelo pâncreas, resistência periférica à ação da insulina ou ambas. Os dois principais tipos são:

Diabetes tipo 2, que responde por 85% a 90% dos casos, e que normalmente vem associado à outras doenças metabólicas, como a obesidade e a hipertensão.

Diabetes tipo 1, que representa 5 a 10%, em geral acomete crianças e adultos jovens, e a causa da doença é autoimune. Além destes tipos, existe a diabetes gestacional, que aflige cerca de 7,6% das gestantes brasileiras.
Tanto a diabete do tipo 1 quanto a do tipo 2 são doenças crônicas, com as quais os pacientes deverão conviver durante a vida toda. Crianças ou idosos, eles dependem do controle rigoroso das taxas de glicemia para não desenvolverem complicações degenerativas associadas à doença, como a cegueira e a falência dos rins. Não é tarefa fácil monitorar constantemente os próprios níveis de glicose na corrente sanguínea – o que inclui, por exemplo, picar o dedo ao menos uma vez por dia para examinar a dosagem de açúcar a partir de uma gota de sangue.

Por mais que os atuais monitores de glicemia sejam práticos e eficientes, essa rotina de controle diário pode ser um tanto aborrecida. Para os insulino-dependentes, ou seja, os portadores da diabete do tipo 1, injeções de hormônios são necessárias, sempre. No tipo 2, como o pâncreas continua a produzir insulina, injeções devem ser aplicadas apenas em casos mais extremos. Ainda que o diagnóstico da diabetes seja confirmado através de exames muito simples, o atraso em identificar a presença da condição é de espantosos 4 a 7 anos. Infelizmente, com esta demora, complicações macro e microvasculares podem já estar ocorrendo quando do diagnóstico. Entendendo que o diabetes leva a complicações trágicas, existe a necessidade de que o diagnóstico seja realizado precocemente, e que seja
realizado o tratamento adequado, na tentativa de mitigar os problemas secundários da doença. E você, já testou sua glicemia? É hora de visitar um endocrinologista e se precaver.


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