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Aos quarentões de Divinópolis – MG – Reflexão de Tony Victor

 

Tempo bom em que competíamos nas Gincanas do Jornal Agora (Salve salve Turma da Funil), tempo que nos encontrávamos no Dukaldo, Slep, Skema, Savassinha e koisa Nossa antes de qualquer balada e/ou lanchando depois. Nunca fomos santos, eu sei. Também pudera, pois todas as sextas-feiras iam pro Inferninho (Boate do Divinópolis Clube). Ah como eu ficava feliz quando ganhava o meu convite para a Boate do Estrela no sábado. Confessem… quem aqui nunca foi dançar uns “passassinhos” na Gam’s ou Mister Sam.
Existiu um tempo de medo sim quando a “Turma da Zona” e a “Turma do Facão” aterrorizaram a cidade. E teve aqueles que deixaram literalmente a sua marca, ou você nunca viu um muro pichado “Turma do Caixão”.
Hoje estou distante mas sempre que vou a Divinópolis parece que o vento me traz a voz do querido e saudoso Gilberto Garçom, ou da Juju me cumprimentando com aquele sorrizão largo (Xuuuuuxuuubeleza), e do Brechó (Belchior) e seu cabelo patrocinado. Tem ainda algumas figuras “imorríveis” que por séculos vagam pela Divi City. Laudir ainda continua barrando todo mundo na portaria, Fernando “Doido” continua desafiando as leis do universo e consegue estar em mais de um lugar o mesmo tempo (sei que nunca vou conseguir provar, mas tenho certeza que aquele relógio dele é um mecanismo de teletransporte), e o Marcão Cambista continua atleticano, solteiro e… cambista…
Tem coisas que não mudam nunca: Netinho da Casa do Fazendeiro solteiro, Mauricio K-Tispero e o Cruzeiro, Carlo Pirfo e o Galo e a beleza da mulher divinopolitana, e a simpatia dos meus conterrâneos.
Tosamjá, Festa da Fruta, Festa do Beira Mar, Festa do Tibério, Festa Fantasia na XZ, Lual do Rock, Divino Chopp, Chef’s na Antônio Olímpio de Morais, Festa da Cerveja, Aruba, Zig Zag, DJ’s Fred, Wilson Joy, Xexeu e Ronan. Gessinger, Daniel Fernandes, Michele Fernanda e as Blitz da 94.
Pastelão e Dona Antônia Valadares, Feira de Carro no Bom Pastor e churrasquinho no domingo, a fila do Point Beer e uma vaga na Faculdade do Chopp. Duplas que nunca se separavam.
Os Pega Nada e a Lista dos Malas do Jornal Baladas de Minas, Lex Luthor, Samantha, Calistones e RG7. Tyssoura Cega tocando no QG da Funil na 21 de Abril.
Se eu fosse citar todo o meu saudosismo não escreveria um texto mas sim um livro. Então fico por aqui. E como já dizia meu guru Paulo Jack… alias ele já me disse tanta coisa boa que daria uma série… “Se chorei ou se sorri…”
“Dedico aos “Jovens Divinopolitanos” que reclamam de qualquer coisinha, e fica a minha dica, tentem ter uma geração como a nossa, pois a minha geração tem muita coisa boa para contar, e a sua? Vai ficar só reclamando de um ou outro ponto fraco de algum evento ou vai ajudar a fazer história...”


Texto: Tony Vitor Pimentel (dedicado a velha guarda divinopolitana).

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